José Serra, nosso querido governador do estado de São Paulo, acaba de provar, ao meu ver, que estamos sim vivendo certa repressão em pleno anos 2000.
Criou, aprovou e legislou, uma lei que proíbe que se fume dentro de estabelecimentos fechados. A lei, segundo o governador, foi criada para aumentar a qualidade de vida dos não fumantes, que são altamente prejudicados se expostos a inalação da fumação que sai do cigarro.
OK. Entendo perfeitamente que, quem não fuma, se sente irritado e incomodado com fumaça e que, “se eu quero me matar, que me mate sozinho”. Mas, peraí! Só porque sou fumante tenho que ser, de certa forma, tratado como um marginal? Ser afastado do resto da sociedade?
Que nós fumantes somos vistos como chatos e já discriminados por fumar, não é novidade. Mas nós não somos completos imbecis. Temos certo nível de bom senso. Ou seja, a maioria de nós quando sente que incomoda quando esta fumando se afasta.
Custa ao menos permitir que os fumódromos, que sempre funcionaram bem, existam?
Aqui onde trabalho, por exemplo, os fumódromos sempre existiram. São lugares espaçosos, com boa ventilação e o mais importante de tudo: são relativamente afastados dos lugares onde os não fumantes costumam ficar.
Mas agora todos os fumantes do prédio precisam se dirigir até o térreo, passar pela catraca (que se destrava apenas após a verificação da impressão digital do funcionário), passar pela portaria e chegar até a rua para poder acender o cigarro. Terminou de fumar? Faz todo o caminho de volta.
Lá se foram uns 10 ou 12 minutos nessa “viagem”. Meu chefe te agradeçe, Serrinha!
Isso sem falar nessa estratégia típica dos politicões brasileiros. Fizeram a lei e jogaram no colo dos estabelecimentos. São apenas 500 “inspetores” tentando apagar a fumaça do estado todo.
Os proprietários são os responsáveis por vigiar seus estabelcimentos e caso não cumpram esta tarefa, que não lhe remunera, ainda será repreendido com multas que variam entre R$900,00 e até a interdição do local.
Consequência? O lado de dentro daquele barzinho que você costuma frequentar esta vazio, pode reparar. Baladas fechadas estão em choque, pois, para não perder o fregûes que esta lá consumindo, tem que arranjar um jeito de deixa-lo fumar. Abrir as portas e arriscar que ele vá embora sem pagar? Perigoso para o caixa.
Sincera e pessoalmente? Uma das maiores palhaçadas do ano. Sem esquecer é claro a proibição dos ônibus fretados, que esta infernizando a vida de quem sai do trabalho na hora do rush.
Temos uma bela dupla à frente do estado e cidade de São Paulo. José Vampiro Serra e Gilberto Ninguémssab. Ou, se preferir, Didi Mocó e Dedé Santana.
Bom, em suma, esse é um texto tosco, eu sei. É a opnião de um fumante indignado e frustrado. Mas não podia deixar esse registro aqui, pois é meu espaço e quem manda e desmanda nele sou eu.
E se fosse possível acenderia um cigarro agora, soprando a fumaça numa foto do Vampiro Serra capturada no google. Mas como não é possível, lá vou eu descer até o terréo, brigar com a catraca, passar pela portaria…
*FUUUUUSHH
Escrito por blogdodexter 





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Você sabe o que acontece com caras bacanas e bonzinhos demais? Eles se fodem! É isso que acontece com Mitch (Luke Wilson). Pronto para pedir a namorada em casamento, ele arma o plano perfeito para surpreender a moça: voltar mais cedo de uma viajem de trabalho. Só que ele não esperava que ao chegar em casa fosse encontrar a namorada no meio de uma tremenda suruba. Desolado, o cara resolve se mudar para uma casa que fica localizada dentro de um campus universitário. É aí que entram em cena seus amigos: Frank (Will Ferrell) e Beanie (Vince Vaughn). Os caras transformam a casa na fraternidade mais insana do campus e voltam aos tempos de glória que viveram em sua época acadêmica. Só que o reitor, um antigo desafeto, decide zuar o barraco e despejar a galera da república.